Kieran Healy, no Crooked Timber; Kate Harding, na Salon; e Megan McArdle, na The Atlantic.
Mais duas coisas:
1) Todo mundo pode continuar a gostar de O Pianista e O Bebê de Rosemary. Arte e artista são separados. Isso vale em dobro para todo mundo que acaba de pensar “mas EU não estou discordando dessa prisão porque gosto dos filmes dele”. Provavelmente está. Pare, imediatamente.
2) Lamentável que o comentário da Anne Applebaum, em geral uma favorita deste blog, tenha sido tão execrável. Considerando o conflito de interesse gigantesco que ela tem no caso, deveria ter se mantido calada.
O último príncipe de Hollywood está morto. Os anti-anti-comunistas da plateia podem estar sorrindo, mas para mim Budd Schulberg sempre será aquele guri idealista que trabalhou com F. Scott Fitzgerald durante o epílogo hollywoodiano do homem. Ter prendido Leni Riefenstahl e tido seu alter-ego interepretado por Jack Nicholson também não é pouca coisa.
(Posts antigos que mencionam o homem: aqui e aqui.)
1. P.J. O’Rourke (Republican Party Lizard)
2. P.G. Wodehouse (Jeeves)
3. Robert Kirkman (Invincible, Marvez Zombies)
4. Steve Purcell (Sam & Max)
5. Terry Pratchett (Discworld)
6. Batton Lash (Supernatural Law)
7. Charles Schulz (Peanuts)
8. Richard Feynman (Surely you’re joking, Mr. Feynman)
Alguém mais viu a notícia sobre a morte de Jerry Falwell e pensou “meu DEUS, a festa na casa do Larry Flynt vai ser absolutamente DESCOMUNAL essa noite?” É, foi o que eu imaginei.
Como muita gente no Ocidente, minha opinião sobre o falecido Boris Yeltsin pode ser descrita, na melhor das hipóteses, como “ambivalente”. Matt Taibbi, do eXile, está bem longe de qualquer ambivalência. Seu obituário de Yeltsin para a Rolling Stone é a coisa mais violenta e divertida que você vai ler hoje. Vou colocar apenas um parágrafo aleatório aqui, mas confie em mim: você vai querer ler todo.
(more…)
Blogueira que eu devia ter lido mais enquanto podia: Cathy Seipp.
Gerald Ford morreu e eu imediatamente pensei numa velha piada do Onion. Se o inferno existisse, eu estaria a caminho.
Eu achava que ele ia viver para sempre. Achava mesmo.
Aqui está o obituário de Levitt. Aqui o de Cowen e o de Tabarrok. Outro de Megan McArdle. O obituário, longo e detalhado, do Financial Times. E as notas de Virginia Postrel, Jacob Levy, David Bernstein, Radley Balko e Daniel Drezner. Aqui está uma longa entrevista com Friedman por Russ Roberts. Tim Worstall tem vários links. O Gustibus também tem links. Imagino que os obituários escritos pelos verdadeiros pesos-pesados — David Friedman, Gary Becker — só vão aparecer depois que todo o ritual fúnebre passar.
[Ok, eu vou parar de atualizar este post com links. Mas eu garanto que nem um décimo de tudo que deveria ser dito sobre o homem foi dito ou será dito.]
Há exatos 90 anos atrás, em Beaumont-Hamel, o cavalheiro acima, Hector Hugh Munro, aka Saki, disse a um colega de trincheira “apague esse maldito cigarro!” e foi alvejado por um atirador alemão. Uma baixa terrível, para as menos para as forças armadas de Sua Majestade do que para as letras de seus súditos.