* Inferno na Torre: Por trás de todo filme-desastre está um pânico moral. Para quem não lembra, o filme termina com uma conversa entre os personagens do Paul Newman (”O Arquiteto”) e Steve McQueen (”O Bombeiro-Chefe”) sobre como os apenas duzentos mortos no incêndio foram “sorte” e que uma hora dessas dez mil pessoas morreriam em um incêndio semelhante. É como se uma cena de Reefer Madness houvesse sido colada no final do roteiro.
* Eu ganhei uma bola hoje. Como tenho um irmão apenas um ano mais novo que eu, acho que não tenho uma bola só minha desde que tinha um ano de idade. Escolhi uma bola tricolor vermelha, azul e branca, em parte porque acho que elas são mais bonitas do que as bolas tradicionais da NBA, e em parte por causa disso.
* Falando em Will Ferrell, Escorregando Para a Glória não é um filme ruim. As cenas de patinação, especialmente Amy Poehler vestida de Marilyn Monroe, são melhores do que eu esperava. Não é O Âncora, não é Dias Incríveis. Não chega nem perto de Mais Estranho que a Ficção, mas é tão bom quanto Ricky Bobby - A Toda Velocidade, que foi supervalorizado na época do lançamento. E, sim, “filme do Will Ferrell” é um gênero a parte, assim como “filme de Jornada nas Estrelas”, “comédias policiais em que um parceiro é bem mais velho que o mais novo” e “filmes em que o Eddie Murphy interpreta vários personagens diferentes”.
* Nenhum deles é melhor do que Um Príncipe em Nova York, como sabem todas as pessoas decentes.
* Eu ainda não terminei de comer meu bolo de casamento. Mas vou terminar agora.
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January 21st, 2008 às 2:56 am
bom apetite!
e bem vindo de volta ao senegal! vamos beber café no centro essa semana?
btw, sem querer pedir link, já pedindo. linka? bandarra.wordpress.com
e parabéns pelo casório!