Oferta, procura, rins

Na Folha, uma matéria curta discute a falta de rins para transplantes:

Na opinião de Garcia, para equilibrar a fila de espera, o país deveria ter mais doadores falecidos, mas também muitos doadores vivos. “Precisamos de 11 mil transplantes de rim por ano, mas só fazemos pouco mais de 3.000. Para isso, o ideal seria aumentar em quatro vezes o número de doadores mortos e em duas vezes o de vivos.”

Ele diz que é necessário melhorar a captação, pois não é possível aumentar muito o número de doadores vivos. “Algumas pessoas não podem doar e a tarefa de encontrar um doador compatível é difícil em outros casos”, afirma.

Quando um paciente entra na lista de espera, não tem previsão de quando irá para a cirurgia. Isso porque é preciso aparecer um doador compatível e ainda esperar que aqueles que estão há mais tempo na fila exerçam a preferência.

Muito bem, precisamos aumentar a doação entre vivos. Vejamos, a demanda é alta, a oferta é baixa. O que é que precisa acontecer com o preço mesmo?

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One Response to Oferta, procura, rins

  1. silva says:

    desejo doar meu rim, em troca de uma ajuda com despesas etc,,,

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